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A indústria da música e o meio digital

Há uns dias, fiz uma pesquisa com o objetivo de perceber melhor de que forma é que a indústria da música mudou com a entrada da era digital na vida da nossa sociedade. Falavam sobre as formas de distribuição do conteúdo fonográfico - a sua evolução - e o quão limitado isso já foi comparado àquilo que é nos dias de hoje. Antes, a música era essencialmente consumida através de meios como a rádio ou como os CDs e vinis. É um facto que esta área, atualmente, tem uma facilidade incomparável ao nível da distribuição, comercialização e, principalmente, na divulgação.
Para além disto, num passado não muito longínquo, o sucesso dos artistas era um pouco limitado em função de terem um bom contrato com uma boa editora discográfica. O lucro numa carreira na música era gerado, essencialmente, pela venda de álbuns.
Felizmente para muitos músicos isto tem vindo a mudar. As redes sociais vieram transformar este ramo, no sentido em que este teve de se adaptar a um novo "mundo". Hoje em dia, já há artistas que se deram a conhecer no meio digital, e que conseguem ter sucesso nesta área (há casos assim no nosso país, que eu poderei, eventualmente, falar mais tarde). É um facto que há artistas e artistas e que gostos não se discutem...Não é assim tão linear e não estou a querer dizer que nos dias de hoje esta indústria é um meio fácil em termos de mercado. De todo! Até pelo contrário... O que eu quero dizer é que, atualmente, há novas ferramentas de divulgação que facilitam a entrada das pessoas neste meio, embora que, infelizmente, nem sempre o ser-se bom basta. É preciso ser-se bom e agradar ao público.
Os meios de distribuição online revolucionaram a indústria da música, uma vez que, por experiência de observação de estatísticas às quais já tive acesso, as pessoas cada vez mais querem o conteúdo no imediato e à distância do menor número de cliques possível, o que faz com que produtores se tenham de adaptar constantemente e produzirem matérias que façam a diferença e que se destaquem, no meio de tanta oferta (uma das "consequências" desta facilidade de criação e divulgação de conteúdos).
Além disto, plataformas como o Spotify e o YouTube permitem aos fãs consumirem aquilo que gostam mais sem (quase nenhum) custo. Estas formas aliadas a comunidades como o Facebook e o Twitter são um conjunto estratégico bastante bom para alcançar algum sucesso na área, pois estas redes sociais funcionam no sentido de "passar a palavra", e consequentemente despertam o interesse em ver aquilo que está a ser falado no momento, gerando cada vez mais visualizações e alcance.

Deixo-vos com um pequeno vídeo que nos fala sobre a forma como os serviços de streaming que temos à disposição nos dias de hoje mudaram a indústria da música, e o quanto se tornou importante, de certa forma, para os artistas estarem atentos às suas redes sociais. Este assunto aos olhos de uma banda - The Orwells.

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